# Agora com WordPress 2.7!!!

26 de dezembro de 2008

Lindo! Tesão! Bonito e Gostosão!!! ;-) Fiquei certo tempo de postar, mas hoje venho aqui, por meio deste post, postar meu feedback do WordPress 2.7, ainda falarei da instalação e das grandes novidades.

As mudanças foram mais visíveis no Painel de Administração, deixado de lado aquele simplista, com navegação por abas, visto aqui, para um modelo “revolucionário“, na versão 2.7! Cores bem leves, recursos bem distribídos,uso ao “extremo” de AJAX. Muitos atalhos para operações interligadas, facilitando o uso, e a administração. O Editor de post ficou muito mais elegante, vejamos um vídeo do Gustavo Guanabara, com o editor de posts do novo Wordpress. Lindo não é?

As primeiras dúvidas sobre a atualização vem quanto a perda do banco de dados, resultando na perda dos usuários, postagens e preferências em geral. Não há o que temer. Vamos um curto, simples e direto passo-a-passo.

Atualizando o WordPress para a versão 2.7:

Faça o Download do Wordpress 2.7
.zip — 2.0 MB
  1. Verifique os arquivos que você modificou, e logo faça backup dos mesmos, pois a atualização irá substitui-los pelos novos da nova versão.
  2. Por um aplicativo de FTP (eu uso e recomendo FileZilla e gFTP), envie para seu servidor os arquivos novos do Wordpress substituindo os lá presentes.
  3. Logo, no seu navegador, vá até: www.seublog.com/wp-admin/upgrade.php e pronto! Aceda ao seu painel de administração e delicie-se com as consideráveis melhoras deste maravilhoso sistema de Blog.

Maravilha! Tudo funcionando, agora resta verificar se seus plugins são compatíveis com a nova versão.

Espero que este artigo incentive todos que usem WordPress 2.6 ou anteriores a atualizarem pro 2.7, que encoraje os que usam outros sistemas de blog, para que migrem para o excelente WordPress. E para quem ainda não tem blog e tem interesse, que explore este maravilho sistema, que eu garanto, é um dos melhores, senão o melhor!

Boas Festas e um Feliz 2009 a Todos!  Dirijam com cuidado! ;-)



# Novela Bit9, aos poucos colocando os pingos nos I’s.

16 de dezembro de 2008

Após uma semana conturbada de protestos de usuários de produtos da fundação Mozilla, a mesma rebateu a pesquisa feita pela bit9, onde o seu navegador de internet, o Mozilla Firefox está em primeiro colocado, dentre os mais vulneráveis do ano de 2008. Pesquisa a qual gerou muitas criticas, inclusive de minha parte, fato que impulsionou-me a escrever uma critica a metodologia da bit9 e a pesquisa em si, o artigo intitulado: bit9: Pode vir quente que nós estamos fervendo!!!, recebeu 209 visitas em quatro dias, o que pra mim é maravilhoso, saber que os usuários estão gostando e divulgando meus artigos. Agradeço a todos pela visita e leitura do post.

Vamos ao contra-ataque da fundação Mozilla.

Em resposta The Mozilla Foundation, disse em nota oficial que:

“existem alguns problemas com a metodologia da Bit9 que dificultam a capacidade de tirar conclusões válidas. É um teste ineficaz, uma vez que privilegia empresas de software que escondem suas vulnerabilidades de segurança. A Mozilla concentra uma grande quantidade de energia em códigos de segurança universal, e mantém a reputação em matéria de segurança; não brincamos com isso!”

Era aí que eu e muitos outros que discordaram da pesquisa queríamos chegar, é mais fácil encontrar erros em um software opensource, conseqüentemente é muito mais fácil corrigi-los. Pelo Mozilla Firefox ser um dos ou o mais utilizado dos softwares OpenSource, temos ele como um grande destino de olhares inescrupulosos. ;-)

A resposta da Mozilla ainda diz:

“O processo de segurança da Mozilla envolve identificação, testes e liberação de atualizações de segurança para manter os usuários seguros. Fazemos isso em público para que as pessoas possam escrutinar nossos processos, e ajudar a torná-los melhor. Sugerir que esta abertura é uma fraqueza porque temos as “vulnerabilidades relatadas” pelo usuário é uma afirmação fora da realidade”.

E ainda…

Segundo a Mozilla, é “falho” um dos critérios utilizados para composição do relatório da Bit9, que se refere à atualização de software do navegador. “O Firefox não integra o WSUS [sigla de Windows Server Update Services, atualizações do sistema Windows], mas o mecanismo de atualização do Firefox não requer intervenção do usuário, e vemos 90% de atualizações automáticas autorizadas, quando estas são lançadas.”

Podemos concluir que, O Firefox além de ter seus bugs corrigidos simultaneamente, é livre, e suas falhas são mais visíveis, não se enquadra no padrão de softwares utilizados na pesquisa da bit9. E seus usuários não tem que temer estas vulnerabilidades pesquisadas.
Resta um pronunciamento (resposta) da Bit9 e da Microsoft (parceira), perante a contestação da Fundação Mozilla.

Estaremos esperando!!!(ansiosos)  :-)

Referências:



# bit9: Pode vir quente que nós estamos fervendo!!!

12 de dezembro de 2008

Este título pode parecer um tanto quanto revoltado, mas não me entenda mal, nele quero expressar minha extrema revolta com a pesquisa realizada pela empresa bit9, esta pesquisa consiste em avaliar os softwares mais vulneráveis do ano de 2008 (assim como a retrospectiva 2008 da rede Globo ;-) ).
Reflita comigo, se você pretende organizar uma pesquisa, os primeiros requisitos é ter uma “organização” bem conceituada, profissionais com real conhecimento sobre o assunto avaliado na pesquisa, além do principal requisito: IMPARCIALIDADE!!!. Vemos que estes dois importantes requisitos a empresa bit9 deve possuir, porem… (sempre temos um porem), como a empresa bit9 é uma Microsoft Certified Partner (Parceira Certificada Microsoft), podemos deduzir, em nossa mais primitiva inocência de que alguem estará sendo favorecido nesta pesquisa. Quem será?

Imagem por: Guanabara.Info

5° Lugar: Skype! Eu esperaria sim um cliente de mensagens instantâneas (neste caso áudio e texto) nas primeiras posições, assim como os “vírus reais”, se propagam rapidamente no boca-a-boca, além de quê o Skype tem uma boa “cliente-la” de usuários, o que o torna mais propicio a falhas.

4° Lugar: iTunes! Pessoalmente eu não esperava, visto que a Apple se preocupa bastante com seu Software/Loja, e sua tecnologia não me parece tão vulnerável como um browser, um mensageiro instantâneo ou cliente P2P.

3° Lugar: MSN! Somente em 3° lugar? O cliente de mensagens instantâneas mais utilizado no mundo, com suas firulas e formas de comunicação variadas, trocas de arquivos e scripts maliciosos e etc… Coisas que todos já conhecem… (Oi veja nossas fotos da festa do final de semana, estava sensacional!). Poupe-me!!!

2° Lugar: Adobe Acrobat! Quem diria que um leitor de pdf seria vulnerável. Eu não costumo utiliza-lo, mas mesmo assim não consigo imaginar possíveis portas de entrada para aplicativos maliciosos, falhas de segurança e etc…

1° Lugar, o Grande Campeão, Congratulations !!!

Firefox!!! O quê? Firefox? Constantemente atualizado, mantido por uma empresa séria, além de receber “ajuda” da comunidade, código aberto, onde as vulnerabilidades são rapidamente encontradas, isoladas e corrigidas… mas… mas… mas… eu não sei o que argumentar negativamente :-)
O nosso querido navegador possui suas extensões, nem todas são testas e aprovadas pelo time de desenvolvimento, além de ser um navegador de internet, porta de entrada principal para vírus e programas com “más intenções”.

Feliz com o resultado? Não!!! O quê meu amigo ;-) ,  vai me dizer que o Internet Explorer não é mais vulnerável que o Mozilla Firefox? O navegador da Micro$oft recebe automaticamente instalação de barras e pacotes “complementares”, sem autorização do usuário, não se tem uma fonte “segura” para baixar determinados complementos, além de o mesmo demorar anos para receber correções para estas vulnerabilidades (leia-se bugs).

Agora vejamos, temos a bit9, parceira “leal” da Micro$oft, testando softwares concorrentes de sua empresa, além do Mozilla Firefox ser uma das aplicações com mais chances de desbancar um dos produtos da Micro$oft. O que pode-se esperar? FRAUDE!

Não estou acusando ninguém sem provas, “pera lá”, nem insinuando que esta empresa (bit9) não é uma fonte confiável. Este post é um protesto referente a escolha do Firefox como aplicativo mais vulnerável.

O título pode parecer Xiita, e ele realmente é, mas o escolhi com o simples intuito de demonstrar que nós podemos argumentar contra os “proprietários”, por ninguém bater de frente com estes “criminosos” é que eles concretizam seus desejos monopolistas e de certo modo até genocidas. ;-)

Para encerrar (to ficando chato né?), não quero mandar um: EI! Sunitas vão toma no copo!!! Mas quero pedir encarecidamente que você não se deixe levar por pesquisas ou textos em sites/blogs (até mesmo este artigo), e incentivar que corras atrás da informação, forme sua opinião e não deixe que te dominem, mostre sua cara pintada ao mundo! ;-) (Agora eu viajei legal!)

Obs.: Programas em fase de teste (betas) não foram considerados nesta pesquisa, além de quê muitos programas antiquados foram usados como base para julgar versões mais recentes: Firefox 2 e 3,  Adobe  8.1.2 e 8.1.1, Windows Live Messenger 4.7 e 5.1 (ridículo), iTunes,  3.2 e 3.1.2, e o Skype  3.5.0.248.

REFERÊNCIAS:



# Do It Yourself!!!

4 de dezembro de 2008

O Uzebox é um videogame “artesanal” que tem componentes simples e comuns no dia-a-dia de qualquer pessoa (principalmente se você for um nerd). Me impressionou pela simplicidade e a facilidade da construção. E o autor (Mr. Uze) fez um passo-a-passo de como fazer um, no maior estilo Software Livre compartilhando conhecimento e experiências. Vejamos o brinquedinho:


Free Image Hosting at www.ImageShack.us

QuickPost


O “coração” do console é um microcontrolador ATmega644, da Atmel (rodando a 28 MHz), que sozinho funciona como CPU, processador de vídeo, chip de som e controlador de I/O. O único outro chip é um AD725, da Analog Devices, responsável por pegar o sinal de vídeo RGB produzido pelo ATmega644 e converter em um sinal NTSC que qualquer TV moderna entende.

o autor quis manter tudo o mais simples possível, por isso há algumas limitações: 4K de RAM, e um tamanho máximo de programa (ou jogo) de 64K. Isso porque adicionar chips extras para controlar memória externa iria deixar o projeto mais caro e complexo. Parece pouco, mas o resultado final lembra, em complexidade, os consoles da era 8-Bits, mas com gráficos mais coloridos. Clique aqui para ver um vídeo do Uzebox!

Você pode conferir mais vídeos e fotos no site oficial do projeto, além de poder participar (colaborar e tirar dúvidas) no fórum (english), e até pegar o manual (tutoriais) e fazer seu próprio console! Se você o fizer, não deixe de mandar fotos e vídeos e um feedback sobre o processo. Talvez eu tente algo nas férias! (Existe maneira melhor de passar o tempo? Eu respondo meu amigo: “-Não!!”) ;-)

SITE: Uzebox
FONTE: Colunistas de Tecnologia do IG



# iGod - Artificial Intelligence Chat

3 de dezembro de 2008

iGod é um interessante aplicativo Web onde você pode dialogar com um “suposto” Deus. Muito interessante, e legal de se estudar/imaginar seu algoritmo.
Com uma excelente forma de “acumular” conhecimento e de “desconversar” quando não “sabe” responder uma pergunta, o iGod é um brinquedinho legal para os solitários como eu! ;-)
Assim como o Akinator, é uma grande prova da evolução da “inteligência artificial” na Web. O.o

Vamos ao iGod! Clique em ver o post inteiro para poder brincar com este aplicativo.

Leia o resto desse post »



# Cinco dicas de Linus Torvalds para gestão de equipe

29 de novembro de 2008

Linus Torvalds dispensa apresentações nos círculos de especialistas em código aberto (open source). Ele é o criador, a fonte de inspiração e o responsável pelo desenvolvimento do sistema operacional Linux e considera a Microsoft irrelevante.

Torvalds deu o pontapé inicial no Linux quando ainda estava na faculdade, em 1991. Desde então, o sistema serviu de base para o desenvolvimento de empresas com faturamentos milionários, como Oracle, Novell e Red Hat. Além disso, é utilizado em um leque de máquinas, que vão desde servidores pequenos e desktops domésticos, até grandes computadores da Bolsa de Valores de Nova York.

Apesar do sucesso, Torvalds continua a selecionar e gerenciar a equipe de mais de mil desenvolvedores ao redor do mundo, unidos apenas pela Linux Kernel Mailing List e pelo sistema de gerenciamento de código-fonte Git. O especialista arrebanha não só entusiastas em grandes empresas – como IBM, Intel e SGI –, mas também desenvolvedores ocasionais, que programam no porão de casa.

Como ele consegue manter todos motivados? E o que os CIOs podem aproveitar da sua experiência? Veja entrevista exclusiva na qual ele destaca os cinco pontos do sucesso:

Descubra pessoas em quem você possa confiar
Linus Torvalds – O princípio que me norteia é me empenhar muito para encontrar pessoas nas quais possa confiar e, depois, tentar sair do caminho delas o máximo possível. Não falo em confiança total, incondicional. Mas, se alguém é capaz de dominar um assunto, deve ser capaz de tomar todas as decisões diárias normais.

Seja confiável.
Torvalds – Da minha parte, procuro ser o mais confiável possível. E isso significa não surpreender as pessoas. Em outras palavras, não é uma confiança religiosa vaga, do tipo ‘tudo bem, amai-vos uns aos outros’. Significa que as pessoas conhecem minhas opiniões e minha postura em relação às coisas. Não precisam, necessariamente, gostar das coisas ou concordar com elas, mas, pelo menos, podem acreditar que sou confiável.

Seja honesto — às vezes, dolorosamente honesto
Torvalds – A propósito, faz parte do contexto não sentir vergonha de dizer indelicadezas ou demonstrar emoção. Prefiro insultar as pessoas por fazerem coisas imbecis e chamá-las assim [de imbecis] do que tentar ser educado e elas não entenderem minha real opinião em relação a algo.

Existe um ditado que diz: “Na internet, ninguém consegue ouvir quando você é sutil”. OK, o ditado, na verdade, é: “Na internet, ninguém sabe que você é um cachorro”, ou outra coisa qualquer, mas prefiro ficar com a versão do ‘sutil’. Porque a sutileza ou o sarcasmo simplesmente não têm vez ou talvez não se apliquem a outras culturas.

Deixe outras pessoas opinarem
Torvalds – Às vezes, é claro, você acaba tendo de dizer: “Eu estava errado”. E pode ser difícil. Mas costumo facilitar as coisas para mim escrevendo recados do tipo: ”Você é totalmente idiota e incompetente e não vou usar este patch porque ele está visivelmente quebrado e é uma m… total. E veja por que…” Mas, no fim, incluo: “Talvez eu esteja sendo imbecil e você possa provar que não tenho razão, então, por favor, me explique porque você fez essa coisa horrível. Por favor”

Isso proporciona às pessoas a chance de me dizer que estou sendo um imbecil e que estou errado, e que todos os motivos para tê-las chamado de idiotas eram inconsistentes.

Obviamente, não acontece com muita freqüência. Ou talvez aconteça e as pessoas sejam educadas demais para comentar em público.

Não que eu tenha conhecido tantas pessoas educadas na área de desenvolvimento de kernel, mas, provavelmente, eu as espantei.

Combinação de franqueza e honestidade conduz ao melhor resultado
Torvalds – De qualquer modo, a teoria reza que é melhor as pessoas saberem como você se sente do que serem surpreendidas depois, quando você simplesmente se recusar a utilizar o código delas. Ou, pior ainda, você acaba aceitando código ruim porque acha difícil dizer que isso e precisa explicar por que está sendo recusado.

Observação adicional: quando Torvalds fala, as pessoas escutam.
O que Torvalds não mencionou foi que muitos projetos open source “patinaram” quando tentaram fazer todo mundo trabalhar na mesma direção. Os métodos de Torvalds podem parecer cruéis, mas funcionaram por mais de uma década.

Uma razão para isso é que quando Torvalds erra, mostra-se mais do que disposto a admitir o erro. Em outros projetos — não apenas os de desenvolvimento de software — a eterna recusa em admitir falhas reduz a confiança no líder e baixa o moral.

Se os métodos de Torvalds funcionam, talvez a razão mais importante seja o especialista posta uma opinião sobre alguém, os desenvolvedores prestam atenção às suas reclamações. Eles não encaram os comentários como insultos ou indício de que ele não entende o trabalho que fazem.

Em outros círculos de desenvolvimento, os programadores talvez abandonassem o barco. Nos círculos do Linux, os melhores desenvolvedores agüentam firme porque sabem que Torvalds realmente sabe o que está dizendo.

FONTE: ComputerWorld



# ANALISE: Ume-Launcher

17 de novembro de 2008
Nome da Aplicação: Ume_Launcher
Utilidade: Lançador para aplicações
Página dos Desenvolvedores: Ubuntu Netbook Remix Launcher
Mantenedores: Ubuntu Netbook Remix Team
Linguagem: C
Licença: GNU GPL v3, GNU LGPL v2.1

> Preview

Meu Desktop:

Imagens dele rodando no eeePC:

> Instalando:

Adicione o endereço aos seu sources.list, abra sua sources.list com um editor simples de texto, no exemplo abaixo usaremos o nano, presente em todas as distros. Não esqueça de estar logado como root no terminal (Consola).

# nano /etc/apt/sources.list

No Ubuntu proceda o comando com sudo.

sudo nano /etc/apt/sources.list

Os endereços a serem colados são:

# UME Desktop Launcher - netbook remix
deb http://ppa.launchpad.net/netbook-remix-team/ubuntu hardy main
deb-src http://ppa.launchpad.net/netbook-remix-team/ubuntu hardy main

Salve as alterações, no exemplo dado, com o NANO, use: Ctrol + O para salvar, e Ctrol + Shift + V para colar o texto no documento. Se não sentir-se a vontade com o nano, utilize seu editor preferencial, para quem usa o GNOME, use: gedit /etc/apt/sources.list

Logo proceda com:

# apt-get update

Agora simplesmente restam baixar os pacotes, para isso use o comando:

# apt-get install go-home-applet human-netbook-theme maximus ume-launcher window-picker-applet

Se você usa Debian (como eu), ou outra distro nele baseada, com exceção do Ubuntu, faltarão algumas dependências, você pode encontra-las adicionando os repositórios do Ubuntu ao seu sources.list, ou então baixando os pacotes manualmente. Conforme a mensagem de falta de pacotes que o seu Terminal der, você pode ir procurando as dependências em: http://packages.ubuntu.com/ (lembrando que o Ume-Launcher é feito para o Ubuntu, mais com estes pacotes é possível roda-lo em seu Debian e outras distros Debian-based.

Para chamar o Ume-Launcher a execução, use o simples comando:

$ ume-launcher

Se gostar, e for usa-lo diariamente, adicione este comando acima no Gerenciador de Sessões do seu ambiente gráfico, no GNOME, pressione: Alt + F2 e digite: gnome-session-properties, clique em Adicionar, e no campo comando, digite: ume-launcher, já no XFCE, use: Menu XFCE => Configurações => Aplicações Iniciadas Automaticamente, clique em Adicionar e cole o comando igualmente ao passo anterior do GNOME.


ANALISE:

  • Beleza: 9, realmente o aplicativo tem uma interface muito bela, sua estrutura de imagens transparentes proporciona uma completa interação com a imagem/cor de fundo do desktop.
  • Usabilidade: 8, sua interface é muito amigável e direta, impossível de se “perder”, ainda possui certa dificuldade na integração com outras aplicações, um exemplo é quando abrimos um Terminal sobre esta aplicação, sua interface parece “esconder-se” no fundo da área de trabalho. E a minimização da nova aplicação é necessária para voltar-se ao Ume-Launcher.
  • Desempenho: 6, nos meus testes teve sua abertura consideravelmente rápida, o único porem que na minha avaliação levou a nota a 6 é seu desempenho, um digno comedor de memória, o consumo mínimo é em volta de 50 mb, o que chega ser quase o consumo do meu Debian. Nada que cause preocupações para as memorias atuais (512mb, 1 GB ou mais).
  • Customização: 2, apesar de ser opensource, e ter seu código fonte aberto, o Ume-Launcher não proporciona uma interface de customização e personalização, basicamente se pode mudar sua cor predominante com o papel de parede, mais o nível de transparência das imagens só se pode ser alterado diretamente nos arquivos do aplicativo, o que é um grande obstaculo para usuários inexperientes.
  • Vantágens: A divisão de lançadores (atalhos) tomando como base a interface gráfica (GNOME, KDE, XFCE e etc…) é uma grande jogada, os ícones encontrados no gnome-look, kde-look e xfce-look, tornam a variedade destes gigantesca.
  • Desvantagens: Ressalto o já citado problema com o Terminal aberto, onde a aplicação se oculta automaticamente.
  • Indicação de Uso: em notebooks, onde o touchpad tem uma certa limitação de movimento se comparado a um mouse (rato), a navegação é difícil em menus como o do KDE, GNOME e XFCE, e o UME-LAUNCHER encurta a distância entre o cursor e os lançadores, além do tamanho dos ícones e categorias que facilita ainda mais a precisão nestes touchpads “difíceis” de manusear.

> Links Uteis:



# Ubuntu vs Windows no Olhar Digital

17 de novembro de 2008

Seguindo a dica do usuário Mascarado do Fórum Ubuntu-BR, ví está interessante matéria do Olhar Digital onde trata-se do uso do GNU/Linux e mais precisamente da distro Ubuntu em Desktops. São destacados as facilidades deste sistema, além de uma entrevista com Fábio Filho, gerente de negócios da Canonical na América Latina.

Vale a pena assistir, e mostrar para seus colegas, amigos e inimigos ;-) ,  o Linux em desktops vem crescendo a cada dia, como alternativa fácil, segura e de uma beleza realmente inconfundível.

Deixemos de conversa fiada, e vamos ao vídeo:

Clique aqui para visualizar

Espero que gostem!



# De cara nova! Agora sim, eu acho….

5 de novembro de 2008

Você deve ter notado que deixei de lado aquele template inspirado no Ubuntu, feito por mim, para utilizar este, baseado no Google Chrome, que pode ser encontrado aqui. Pretendo agora me dedicar mais a este blog, que estava as moscas, busco postar constantemente novos artigos, e mante-lo sempre atualizado. Conto com colaboração dos leitores, outros blogueiros, amigos, conhecidos, inimigos, parentes (beijo mãe!), politicos (honestos), ladrões, atletas, artistas e músicos, entre outros… ;-) Pretendo me focar num conteudo mais neutro, largando aquele foco principal no Ubuntu e assim como meu dia-a-dia, expandindo a outras distros, outros sistemas e outros projetos. Creio que gostarão deste novo “ângulo” da minha visão do software livre. Mais aberto, mais livre!!! Gostaria de ouvir opiniões sobre a escolha deste tema do blog. Gostei muito dele, simples, claro (priorizando a boa leitura), além das cores do meu time do coração (Grêmio) ajhahauhauhauahuaa Abraços!!!



# Ambiente de Desenvolvimento PHP no Ubuntu

24 de setembro de 2008

Se você chegou até este artigo, provavelmente já deve saber o que é PHP, ter alguma noção do mesmo, ou no mínimo ter pesquisado um pouquinho no “Santo” Google.

Deixando de conversa fiada, neste artigo, irei explicar duas formas simples de se ter um ambiente local de desenvolvimento para PHP.

Obs.: Este tutorial não é válido para servidores, visto que os mesmos merecem atenção redobrada, configurações especificas e segurança avançada.

Irei apresentar dois modos, um para a instalação simples do LAMPP (Linux Apache MySQL & PHP), e outro para instalar o aplicativo (pacote) XAMPP, que contem uma dezena de aplicativos e utilitários para “servir” ao desenvolvedor.


Instalando o PHP, MySQL e o Apache:

Abra um Terminal (Consola, Konsole etc…) e utilize do comando abaixo para baixar e instalar o PHP e o Apache:

?View Code TERMINAL
sudo apt-get install apache2 php5

Digite sua senha: (sem output).

Agora iremos instalar o MySQL especificando a integração com o PHP:

?View Code TERMINAL
sudo apt-get install mysql-server-5.0 php5-mysql

O MySQL irá pedir uma senha, crie-a!

Feito! Agora iremos Testar:

Crie um arquivo, chamado phpinfo.php:

Salve-o em: /var/www/

Vá ao seu browser e digite: http://localhost/phpinfo.php e veja o resultado.

Se tiver problemas em colocar arquivos na pasta /var/www/, como terá com as permissões, Atenção: Não dê permissões “sem saber” na sua pasta /var, vamos criar uma pasta para seus trabalhos em PHP na sua $home:

Crie uma pasta em sua $home com o nome que quiser, recomendo propriamente: www.

Agora iremos criar esta “exceção” chamado de “Alias” nos arquivos de configuração do nosso servidor Apache (que interpreta o código PHP):

?View Code TERMINAL
sudo gedit /etc/apache2/conf.d/alias

Neste arquivo, cole:

Options Indexes FollowSymLinks
AllowOverride All
Order allow,deny
Allow from all

Substituindo UserName pelo seu nome de usuário do sistema, e substituindo www, pelo nome que você determinou para a pasta de seus trabalhos PHP.

Feito isto, Salve o documento e reinicie o Apache! Agora pode salvar todos seus scripts em sua /home, sem se preocupar com as permissões da pasta /var.



Instalando o pacote XAMPP:

Este pacote tem instalação mais simples que o do passo anterior, é mais completo, porem mais pesado, e menos seguro, ideal para testes locais (somente testes).

Efetue o Download do XAMPP:

Clique Aqui" title=

Descompacte para o diretório /opt (é opcional, mais eu e a Apache Friends recomendamos ;-) )

?View Code TERMINAL
sudo tar xvfz xampp-linux-1.6.6.tar.gz -C /opt

Pronto! Agora nos resta a configuração!!!

Vamos iniciar o XAMPP:

?View Code TERMINAL
sudo /opt/lampp/lampp start

Receberemos a seguinte resposta:

Starting XAMPP 1.6.6…
LAMPP: Starting Apache…
LAMPP: Starting MySQL…
LAMPP started.

Ready. Apache and MySQL are running.

Vamos testar! Digite em seu browser (Navegador): http://localhost/, se tudo ocorrer bem, a página laranja do XAMPP será exibida, selecione o idioma e clique no menu Status.
Veja que nem tudo está ativado/protegido, vamos as configurações de Segurança:

Abra um Terminal (Consola, Konsole) e digite:

?View Code TERMINAL
sudo /opt/lampp/lampp security

Será feita a pergunta relacionada a alteração de senha, digite: yes.Digite as senhas e logo as confirme, será feito isto para cada aplicativo do pacote XAMPP. Reinicie o XAMPP:

?View Code TERMINAL
sudo /opt/lampp/lampp restart

Você pode desfrutar de todos seu aplicativos, pacotes e scripts, ressaltando a presença do PhpMyAdmin, podendo ser acessado por: http://localhost/phpmyadmin.

Obs.: Se você definir senha para as páginas do XAMPP, lembre-se que o nome de usuário é: lampp Para os demais serviços (MySQL, PhpMyAdmin), fica o root.



IDE

Existem muitas, mais eu recomendo o Geany: suporte para diversas linguagens de programação, marcação, script e etc… entre muitos outros plugins e aperfeiçoamentos.

Geany

Pode ser instalado diretamente dos repositórios, com:

?View Code TERMINA
sudo apt-get install geany


Preview



Aprendendo PHP

Se você deseja aprender está linguagem, não deixe de visitar:

www.php.net
http://phpbrasil.com/
www.apostilando.com

E se deseja um bom curso na web, bastante interativo, eu indico:

Curso de PHP em Vídeo Aulas do Professor Guanabara (www.guanabara.info)


Se você não entendeu algo, tem algo a sugerir/corrigir, não deixe de comentar este artigo!

Bom trabalho/estudo e até a próxima!!!